quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Dia Nacional da Visibilidade Trans em Porto Alegre


No Dia Nacional da Visibilidade Trans, em uma parceria da Igualdade-RS com o Grupo G8-Generalizando do SAJU/UFRGS e a colaboração do NUPSEX/UFRGS, realizamos uma atividade pioneira: no projeto "Direito à Identidade: Viva seu nome", pela primeira vez na história de nosso movimento social, foi feito um trabalho para dar entrada com várias ações de retificação de retificação do registro civil, de maneira coletiva.

 

Primeiro, realizamos uma oficina na Usina do Gasômetro (um importante centro cultural da nossa cidade), dentro da programação do Fórum Social Temático. Em seguida, uma caminhada até o Foro Central, onde protocolamos as ações. As candidatas a retificação do registro que estavam presentes, entregaram o processo no protocolo com suas próprias mãos.

 

Para esse ato, contamos com apoio do PNUD, representado por Angela Pires e diversas entidades parceiras como o Nuances, SOMOS, Liga Brasileira de Lésbicas - LBL, Igualdade Guaíba, Igualdade Gravataí e mais entidades e pessoas que se fizeram presentes, como a LiHS - Liga Humanista Secular do Brasil, Coletivo LGBT da UFRGS e o cartunista Carlos Latuff, conhecido ativista das causas sociais.

Segue matéria do Jornal Sul 21, que cobriu todo o ato:
No Dia Nacional da Visibilidade Trans, mutirão protocola mudanças de registro

O Jornal do Comércio de Porto Alegre fez uma série de 3 reportagens sobre o tema, publicadas nos dias 29, 30 e 31:

O longo caminho em busca do reconhecimento
Data de hoje lembra mobilização de ativistas transexuais pelo combate à discriminação no País

A identificação leva à união
Luta de transgêneros por igualdade de direitos passa pela organização

Mudanças avançam a passos lentos no País
Direito à identidade esbarra na burocracia da legislação brasileira

Lembramos que esse mutirão de ações judiciais é apenas o início de um projeto que pretende atender todas as candidatas e candidatos à retificação do registro de forma gratuita, por meio de uma parceria estabelecida entre a Igualdade-RS e o Grupo G8-Generalizando, do Serviço de Assistência Judiciária da UFRGS.

E que, além da entrada dos processos, nosso objetivo maior é chamar a atenção das diversas esferas de poder, com o objetivo de conseguir o julgamento favorável da ADIn 4275, que está parada no STF desde 2011, e/ou a aprovação de Lei que autoriza a mudança de nome e gênero no registro sem a necessidade de processo judicial, laudos médicos e psicológicos, nos moldes da Lei de Gênero Argentina.


Mais fotos em nosso álbum no Facebook:
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